Roberto Elisabetsky
Produtor de cinema, vídeo e eventos. Fundador da empresa Videoimagem Comunicações, pioneira no mercado de comunicação empresarial. Roberto já lecionou na ECA – Escola de Comunicações e Artes da USP, tem um livro publicado: Take 2 e escreveu uma peça sobre a ditadura: Sonata Tropical.

Ouça a entrevista em podcast:*
(ou clique aqui para baixar o arquivo em mp3)
(aprox. 6-8 MB)
 
Confira a primeira parte da entrevista.
 
* Para ouvir é necessário ter instalado o iTunes ou versão atualizada do Windows Media Player (ou outro programa que execute mp3).
 
Veja no JOGO RÁPIDO os livros marcantes para Roberto Elisabetsky citados no programa:
Você é do tipo que lê muito, não?
Hoje em dia, leio em média um livro a cada 10 dias ou duas semanas, cerca de 40 por ano. Tenho procurado variar romances, biografias, contos e livros em língua estrangeira para tentar manter outros idiomas tão desenferrujados quanto possível.

O que tem lido?
Meus últimos três livros: Histórias da Menina Má (Vargas Llosa), Extremely Loud and Incredibly Close (Jonathan Safran Foer) e Equador (Miguel Sousa Tavares). Atualmente, estou lendo La sombra del viento, de Carlos Ruiz Zafón.

O que você recomenda?
Agrupando: Machado, Érico Veríssimo, Fernando Pessoa e Drummond; Ian McEwan, John Updike e Paul Auster; Mario Benedetti, Neruda e Vargas Llosa; Amos Oz e David Grossman.

Que livros leu na infância?
No começo, Lobato e Julio Verne; depois; as aventuras de espionagem erótica de Brigitte Montfort, a maravilhosa espiã a serviço da CIA, que se comprava em livrinhos tipo Pulp Fiction nas bancas de jornal; depois a fase latina, com Cortázar, Garcia Marquez, Miguel Angel Asturias e Vargas Llosa; e depois o mundo.

Que livros na sua opinião renderam bons filmes?
Bebê de Rosemary é um caso raro onde o filme supera em muito o livro no qual é baseado. Adaptações maravilhosas: As Horas, Poderoso Chefão 1, A Clockwork Orange, Catch 22, Goodfellas, Um Estranho no Ninho, Blade Runner, O Talentoso Ripley, O Paciente Inglês, de Michael Ondaatje, que tive o prazer de conhecer na FLIP em 2005.

Quais são os dramaturgos preferidos?
Deixando de lado tudo desde os gregos até Beckett, ficando no presente e passado mais próximo, eu citaria Michael Frayn (de Copenhagen e Democracy), Eric-Emmanuel Schmitt (Variações Enigmáticas), Tom Stoppard (Shakespeare in Love). Em termos de dramaturgia brasileira, meus ídolos são Luis Alberto de Abreu (Eh Turtuvia, Livro de Jó, Tauromaquia), o incrível talento de Gero Camilo, que além de maravilhoso ator escreveu a obra-prima Aldeotas.
 
Mais sobre Roberto Elisabetsky na internet:
www.videoimagem.com.br


 
       
©2007-2008 Mona Dorf / Rádio Eldorado
Todos os direitos reservados