Ricardo Corrêa Coelho
Cientista social com doutorado em Ciência Política pela USP. Viveu na França no início dos anos 1990 e tem trabalhos acadêmicos sobre eleições e política partidária e experiência profissional como docente no ensino superior e nas áreas de administração e de políticas públicas. Ligado à Universidade Federal do ABC, e, nos últimos anos, vem atuando em cursos voltados para a administração pública federal e escreve sobre políticas educacionais. É autor do livro: Os Franceses.

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Veja no JOGO RÁPIDO os livros marcantes para Ricardo Corrêa Coelho citados no programa:
Títulos e autores franceses o que você indicaria aos nossos ouvintes?
Sem dúvida, “O Estrangeiro”, de Camus.

Poetas indispensáveis
Aqui, Drummond; e do outro lado do Atlântico, Fernando Pessoa.

O melhor da literatura brasileira
Machado de Assis, o nosso Dostoiévski carioca e mulato; não apenas pela sua - talvez -maior obra, “Dom Casmurro”, mas também pelos seus vários contos em que a alma feminina é impiedosamente – mas sem qualquer machismo – magnificamente explorada.

Um livro para entender a política
“O mito do Estado”, de Ernst Cassirer.

Texto ao qual você recorre na hora do apuro
Depende do apuro. Se for de teoria política, me socorro com freqüência na obra de Norberto Bobbio, com destaque para o livro escrito por ele em parceria com e Michelangelo Bovero chamado “Sociedade e Estado na Filosofia Política Moderna”, publicado anos atrás pela Brasiliense.

Livro que te deixou marcas
Na ficção, “Ensaio sobre a cegueira”, de José Saramago; Na não-ficção, “o Mal-estar na civilização”, de Freud.

Romance do coração
“O Retrato de Dorian Gray”, de Oscar Wilde.

Nota de rodapé
Um ditado italiano: “A política é uma coisa, com a qual, sem a qual e apesar da qual o mundo segue tal qual”.
 


 
       
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