Ricardo Carlaccio
Escritor, com muita coragem vende seus livros pelas ruas de São Paulo no mão a mão. Ele é a própria editora e livraria. A paixão pela escrita começou aos 17 anos e de lá pra cá, nunca mais parou. Já participou de várias leituras e debates sobre literatura, inclusive na Casa das Rosas. Ricardo publicou Postal Mambembe,Edição de 2500 cópias (esgotado); Balada Perdida - 6000 cópias (esgotado); Blues Escarlate - 4500 cópias; Um Drink No Bunker - 2500 cópias; e seu mais recente lançamento é A Última Ficha na Jukebox.

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Confira a primeira parte da entrevista.
 
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Veja no JOGO RÁPIDO os livros marcantes para Ricardo Carlaccio citados no programa:
O que você está lendo no momento?
Um livro bem bacana, pena que não caiu na minha mão quando era garoto. As vozes da floresta, do Jack London; o cão Buk está até virando meu brother.

Próxima leitura
Estou de olho no Ninguém escreve ao coronel do Garcia Marquez.

Seus mestres na literatura?
Muitos caras tiveram e tem uma importância forte no meu trabalho de escritor. É difícil falar de alguns, mas eu gosto muito do Bukowski, do Fante, do João Antônio, do Chester Himes. E também de caras como o Mário Bortolotto, Ademir Assunção e o Mirisola que são mestres vivos e ativos na literatura.

Uma biografia que você adoraria ver publicada
A do Chester Himes seria uma delas.

Romance do coração
Querô, uma reportagem maldita é um deles.

O que deve ler quem quer escrever bem?
Os clássicos que você mesmo escolhe.

Escritores prediletos
Aqueles que eu falei acima são alguns deles. Ah, esqueci do Keroauc que me inspirou a escrever o Balada Perdida.

Autores da nova safra brasileira que você admira e acompanha o trabalho
Marcelo Mirisola, Mário Bortolotto e o Ademir Assunção.

Um imortal
Bukowski

Poetas essenciais
Tem alguns essenciais rodando por aí: como Marcelo Montenegro e o Ademir Assunção, gosto muito do Piva, do Bernardo Vilhena , do Chacal, do Quintana e Leminski. Pra mim esses caras são essenciais.

Um cronista indispensável
Marcelo Mirisola

Blog de literatura que você recomenda
Espelunca, do Ademir Assunção.
http://zonabranca.blog.uol.com.br/

Nota de Rodapé
“Para Linda King, que me proporcionou e um dia há de me privar”.
A epígrafe de Crônica de um amor louco do Bukowski.
 


 
       
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