Mônica Waldvogel
Jornalista e apresentadora, Mônica já âncorou os principais telejornais brasileiros e hoje comanda o Jornal das Dez na Globonews, e o Saia Justa, programa que idealizou há mais de cinco anos.

Ouça a entrevista em podcast:*
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(aprox. 6-8 MB)
 
Confira a primeira parte da entrevista.
 
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Veja no JOGO RÁPIDO os livros marcantes para Mônica Waldvogel citados no programa:
Leitura essencial para um jornalista
O homem que inventou Fidel, de Anthony De Palma

Para uma mulher?
O Verão Antes da Queda, de Doris Lessing.

Livro de cabeceira
Na minha cabeceira, estão sempre o livro que estou lendo no momento e o que vou começar em seguida.

Um clássico
Os Miseráveis, de Victor Hugo.

Uma descoberta
Don Quixote de La Mancha, de Miguel Cervantes. Comprei a obra achando que seria uma leitura obrigatória, porém, entendiante e me apanhei vivendo grandes emoções e cheia de empolgação com as aventuras do herói mais humano e patético da história da Literatura.

Romance do coração
As Brasas, de Sándor Márai.

Vale a pena ler de novo
Dom Casmurro, de Machado de Assis (já li umas seis vezes e lerei outras tantas...)

Livro inesquecível
Reparação, de Ian McEwan.

Um Imortal
Crime e Castigo, de Dostoiévski.

O melhor da Literatura brasileira
Machado de Assis e Guimarães Rosa.

Literatura latino-americana
Jorge Luiz Borges é o maior de todos em língua espanhola.

Literatura em Língua Inglesa
Minha favorita; gente que descende de Shakespeare tem domínio do ofício.
Norte-americanos: Emerson e Faulkner, Philip Roth e John Updike; Edgard Alan Poe, Mark Twain, Edith Wharton e por aí vai numa lista sem fim.
Entre os ingleses, difícil é começar a listar: Jane Austen, Ford Madox Ford, Joseph Conrad, só como aperitivo...

Título que você sempre quis ler e nunca arrumou tempo
Guerra e Paz e Anna Karenina, de Liev Tolstói.

Sua Cesta básica
Romances de Andrea Camilleri, de Ian McEwan, Julian Barnes, Martim Amis e Kazuo Ishiguro, dois Machados (Dom Casmurro e Memórias Póstumas), Grande Sertão, Veredas, de Guimarães Rosa, uma antologia de Drummond e outra de Fernando Pessoa. As Mil e Uma Noites.

Um verso, um texto, uma prosa
A famosa abertura de Anna Karenina. “Todas as famílias felizes se parecem,cada família infeliz é infeliz à sua maneira”.
 


 
       
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