José Nêumanne Pinto
Jornalista, escritor e poeta. Colaborador em diversos veículos de comunicação, ele é articulista do Jornal O Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde, além de comentarista do Jornal SBT Brasil. Ganhador de um prêmio Esso de jornalismo econômico, ele gosta mesmo é de literatura! Escreveu vários livros de poemas e romances , entre eles: Mengele, a Natureza do Mal, A República na Lama, As Tábuas do Sol, Veneno na Veia. O mais recente O Silêncio do Delator recebeu o Prêmio Senador José Ermírio de Moraes 2005 da Academia Brasileira de Letras.
(Foto: Luciana Prezia)

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Confira a primeira parte da entrevista.
 
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Veja no JOGO RÁPIDO os livros marcantes para José Nêumanne Pinto citados no programa:
O que você tem lido?
ABC de Ariano Suassuna de Bráulio Tavares.
As Brasas de Sándor Márai.

O que você recomenda aos nossos ouvintes?
Recomendo que releiam os clássicos: Machado de Assis, Guimarães Rosa, Drummond, Bandeira, Castro Alves e Augusto dos Anjos.

Livros que te marcaram muito
Fogo Morto de José Lins do Rêgo.
Memórias Póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis.
Grande Sertão Veredas de Guimarães Rosa.
O Estrangeiro de Albert Camus.
O Apanhador no Campo de Centeio de J.D. Salinger.

Uma descoberta recente
Sándor Márai.

Literatura estrangeira
Sou fascinado pela literatura de Albert Camus.

Romance do coração
Fogo Morto de José Lins do Rêgo.

Um livro para políticos
Como se Faz um Presidente - A campanha de J.K. de Edward Anthony Riedinger.

Poetas indispensáveis
Castro Alves, Augusto do Anjos, Walt Whitman, Rimbaud e Óssip Mandelshtam.

Literatura brasileira
Lavoura Arcaica de Raduan Nassar.
A Pedra do Reino de Ariano Suassuna.
Essa Nega Fulô de Jorge de Lima.
Memórias de um Sargento de Milícias de Manuel Antônio de Almeida.
Escritores: José de Alencar, Machado de Assis, Bandeira e Drummond.

Talento da nova safra de escritores
Ricardo Soares.
Luiz Ruffato.
Silval Medina.
Maria Cristina Cavalcanti de Albuquerque.
Ruy Fabiano.
Neide Archanjo.

Nota de Rodapé (um verso, linha, uma prosa )

“...Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
Que impudente na gávea tripudia?
Silêncio. Musa... chora, e chora tanto
Que o pavilhão se lave no teu pranto!...
Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...
Tu que, da liberdade após a guerra,
Foste hasteado dos heróis na lança
Antes te houvessem roto na batalha,
Que servires a um povo de mortalha!...”

O Navio Negreiro - (Tragédia no mar) – Castro Alves
 
Mais sobre José Nêumanne Pinto na internet:
www.neumanne.com


 
       
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