Ilana Casoy
Escritora e administradora de empresas, formada pela Fundação Getúlio Vargas. Especializou-se na pesquisa sobre serial killers e crimes violentos. É autora dos livros: Serial Killer - Louco ou Cruel?, Serial Killers Made in Brazil e O Quinto Mandamento, O Caso de Polícia, baseado no crime Von Hichtofen.

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Veja no JOGO RÁPIDO os livros marcantes para Ilana Casoy citados no programa:
Livro de cabeceira
Antologia Poética - Jorge Luis Borges

Um clássico
Guerra e Paz, Leon Tolstoi

Uma descoberta
O poder da palavra escrita

Romance do coração
O tempo e o vento – Érico Veríssimo

Livro inesquecível
Por quem os sinos dobram – Ernest Hemingway

Poetas indispensáveis
Carlos Drummond de Andrade, Vinícius de Moraes, Manoel Bandeira, Fernando Pessoa, Neruda...

Um Imortal
Mario Quintana
O poeta Manuel Bandeira dedicou-lhe um poema, onde se lê:
Meu Quintana, os teus cantares
Não são, Quintana, cantares:
São, Quintana, quintanares.
Quinta-essência de cantares...
Insólitos, singulares...
Cantares? Não! Quintanares!

Literatura brasileira
Jorge Amado e a Bahia, Érico Veríssimo e o RGS, Guimarães Rosa e MG. E as mulheres, Raquel de Queiroz, Cecília Meirelles, Ligya Fagundes Telles.

Título que você sempre quis ler e nunca arrumou tempo
O Inferno, O Paraíso e O Purgatório, de Dante. A Bíblia também!

Para que texto você se volta na hora do apuro?
Sempre a Antologia Poética de Vinícius de Moraes.

Livro que o seu melhor amigo está lendo...
Um dos meus filhos esta lendo Recordações da Casa dos Mortos – Dostoievski e o outro Os Pergaminhos do Mar Morto. (Organizadores: Luiz Calina e Andréa Calina – Realização: Israel Antiquities Authority)

Cesta básica
O Apanhador no Campo de Centeio - J.D. SALINGER, Os Meninos da Rua 12 - Isaac Bashevis Singer, Arquipélago Gulag – Soljenitsin, Crime e Castigo – Dostoievski, Capitães de Areia – Jorge Amado, Histórias do Pacífico Sul – James Michener...e tantos mais!

Nota de Rodapé (uma linha, um provérbio, um verso)
O fato de não ter ocupado uma vaga na Academia Brasileira de Letras só fez aguçar seu conhecido humor e sarcasmo. Perdida a terceira indicação, compôs o conhecido Poeminho do Contra:

Todos esses que aí estão
Atravancando meu caminho,
Eles passarão...
Eu passarinho!
(Mario Quintana - Prosa e Verso, 1978)
 


 
       
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