Claudia Matarazzo
Jornalista. Trabalhou durante oito anos no Grupo Abril, recebendo o Prêmio Abril de Jornalismo por seus trabalhos na Revista Casa Claudia. Colaborou, por muito tempo, como free-lancer para a Isto É, onde assinou por um ano, uma coluna de gastronomia Vogue e Playboy, e lançou o suplemento de moda masculina. Hoje, assina uma página de comportamento na revista de bordo Classe da Tam, e escreve semanalmente na revista Já do Diário de São Paulo e no jornal Tribuna de Santos. Cláudia Matarazzo chefia agora o cerimonial do Palácio do Governo para o José Serra, pois é especialista no assunto. Já publicou dez livros sobre etiqueta.

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Confira a primeira parte da entrevista.
 
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Veja no JOGO RÁPIDO os livros marcantes para Claudia Matarazzo citados no programa:
Livro para uma mulher de classe
Prefiro falar de uma mulher de classe, a Danuza leão, dos livros dela. São livros “classudos”. Eu não sei dizer de um livro para uma mulher de classe, mas acho que toda a mulher deve ler Danuza leão. Principalmente este último, o Quase Tudo. Ela é um exemplo de mulher inteira, íntegra, sensual e divertida. Eu acho que,quando eu crescer, eu quero ser a Danuza. É interessante este livro, ela conta seus altos e baixos e não tem medo de se revelar e ainda, ri das tragédias. Ela é uma mulher inteira, uma mulher maravilhosa. O Quase Tudo é obrigatório!

O próximo livro que você quer ler?
Eu quero ler Gigantes no Coração do Yehuda Koren e do Eilat Negev. A história é sobre anões de circo que sobreviveram à guerra.

Que coincidência, eu li este livro, em francês, que se chama: “Nous étions des géants”.São dois jornalistas israelenses que encontram uma das famílias, remanescentes dos anões, que sobreviveu aos campos de concentração de Auschwitz, com as experiências de Josef Mengele.

Autores que mais te influenciaram
Na minha infância: Monteiro Lobato.
Um pouco mais tarde, o José Mauro de Vasconcelos, que todos criticam até hoje, porque acham que é uma literatura água com açúcar e eu acho uma grande injustiça. Ele foi o cara que me fez conhecer o Brasil de uma maneira diferente, tendo uma visão romântica, lírica, mas era um Brasil que uma menina de cidade como eu, não tinha imaginado. Mais tarde, o Gabriel García Márquez e até hoje.
Hoje, eu já virei totalmente “trash”! Rs... Eu acho que tenho certo crédito por isto, pois, eu lia a Ilíada de Homero e a Eneida de Virgílio. Agora, hoje, têm umas irlandesas malucas; não estas de best sellers, como a Marian Keyes. Tem uma que eu gosto muito, a Maeve Binchy, que é maravilhosa e foi percussora todas elas.

Um romance do coração
O Amor nos Tempos do Cólera do Gabriel García Márquez. Ele fala de uma história de amor maravilhosa e foi magistralmente escrito.

Uma descoberta
Devagar do jornalista Carl Honoré. Há uns 3, 4 anos; eu vinha falando sobre pisar no freio; ter uma vida mais calma de acordo com o nosso ritmo natural e não com o ritmo das máquinas. Este livro retrata um pouco isso. Em inglês, se chama: Slowly.
 


 
       
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