Carlos Dorneles
Nascido em Cachoeira do Sul (RS), trabalhou na Folha da Manhã, na Zero Hora e na RBS-TV, em Porto Alegre. Hoje, no Globo Rural, Dorneles é um dos mais competentes jornalistas da TV Globo, onde trabalha desde 1983. Na emissora, mostrou seu talento em grandes reportagens do Jornal Nacional e Globo Repórter e atuou como correspondente internacional em Londres e Nova York, de 1988 a 1992. Escreveu: Deus é inocente – a Imprensa, não e Bar Bodega
que lhe rendeu o terceiro lugar na categoria livro reportagem no Jabuti 2008. Confira a entrevista onde le nos fala do livro!

Ouça a entrevista em podcast:*
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(aprox. 6-8 MB)
 
Confira a primeira parte da entrevista.
 
* Para ouvir é necessário ter instalado o iTunes ou versão atualizada do Windows Media Player (ou outro programa que execute mp3).
 
Veja no JOGO RÁPIDO os livros marcantes para Carlos Dorneles citados no programa:
Gênero predileto
Os clássicos policiais noir.

Escritores que influenciaram seu jeito de escrever
Tomás Irineu Pereira, editor de texto da Folha da Manhã de Porto Alegre, mestre do texto simples e enxuto.

O que você está lendo agora?
O Chamado da Floresta de Jack London.

Quais livros você pretende ler?
Reler, na verdade. Cem Anos de Solidão de Gabriel García Márquez, e D.Quixote de Miguel de Cervantes.

Autores fundamentais para você
Jack London, Monteiro Lobato e Graciliano Ramos.

Livros que te marcaram quando foi correspondente internacional
Os dos beatniks, Allen Ginsberg, Jack Kerouac e William S. Burroughs.

Obras da infância e adolescência
Da infância, a obra inteira de Monteiro Lobato. Da adolescência, Cem anos de Solidão de Gabriel García Márquez, e Irmãos Karamazov, de Dostoiévski.

Literatura brasileira
Vidas Secas de Graciliano Ramos, sempre e sempre.

Biblioteca básica
Clássicos: Dostoiévski, Gogol, Tolstoi, Flaubert e tantos outros. Policiais clássicos: Raymond Chandler, David Goodis, Dashiell Hammett, Ross MacDonald. E novos: Rosa Montero, da Espanha, José Eduardo Agualusa, de Angola.

Autores do Rio Grande do Sul
Mário Quintana, Dyonélio Machado, Simões Lopes Neto e Erico Verissimo.

Nota de rodapé
A abertura do livro Desvarios do Brooklyn de Paul Auster: "Eu procurava um lugar sossegado para morrer. Um dia alguém me recomendou o Brooklyn...".
 
Mais sobre Carlos Dorneles na internet:
redeglobo.globo.com


 
       
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