Antonio Prata
Ele faz parte da nova geração de escritores brasileiros que caíram no gosto do público. Antônio escreve aos domingos, quinzenalmente no caderno Metrópole, do Estadão.
Cursou Ciências Sociais na PUC-SP, foi cronista por 6 anos da Revista Capricho, e escreveu crônicas para o Guia do Estado. Já tem 6 livros publicados, entre eles estão Douglas e outras histórias, As pernas da tia Corália, Estive pensando e O inferno atrás da pia. Está acabando seu primeiro romance, que se passa em Xangai, para onde viajou a convite do projeto Amores Expressos.

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Confira a primeira parte da entrevista.
 
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Veja no JOGO RÁPIDO os livros marcantes para Antonio Prata citados no programa:
Quais são os temas da sua literatura?

Eu acho que são tentativas, coisas que eu procuro, me interessa muito misturar os temas ditos eruditos com os temas da televisão, do mundo pop, da cultura de massa. Tenho interesse em tratar o cotidiano com ferramentas sérias e também tratar os temas sérios com uma certa leveza e humor, jogar com esses dois lados do pêndulo.

O que você está lendo?

Acabei de ler Dom Casmurro, e fiquei atordoado... Quando li na adolescência não tinha ficado tão mexido.

O que você pretende ler?

Eu tenho fases obsessivas com escritores, e estou percebendo que entrei na fase Machado de Assis, vou ficar um bom tempo lendo ele.

Obra ou autor

Machado de Assis.

O que você escolheria de fundamental na literatura estrangeira?

Philip Roth, acho ele fantástico.
 


 
       
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