Amyr Klink
Já foi chamado de navegador solitário, mas, ele nunca esteve só, pois leva no mínimo cento e cinqüenta livros nas viagens. Afirma que foi por causa da literatura que se lançou às aventuras marítimas. Suas viagens viraram livros e se tornaram best-sellers, com belíssimas histórias e relatos traduzidos em letras e imagens. Seu livro mais recente é Linha D`Água.

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Confira a primeira parte da entrevista.
 
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Veja no JOGO RÁPIDO os livros marcantes para Amyr Klink citados no programa:
Quais livros você leva nas suas viagens?
Eu levo um pouco de poesia, alguns livros em francês, romances e diários de viagens; alguns livros técnicos e traduções. Levo um pouquinho de tudo, não quero só me prender às viagens.

Biblioteca essencial
O Último Lugar da Terra de Roald Amundsen.
Roland Huntford e as biografias de Fridtjof Nansen e Ernest Shackleton.


Mar sem fim ou mar com fim?
Mar sem fim. Eu não quero parar de navegar pelo mar. Aliás, o mar sem fim, não sei se você sabe, é um dos versos do poema de Fernando Pessoa que define esse mar que os portugueses nem descobriram e mostraram ao mundo; o mar de 360 graus pelo qual eu tenho navegado algumas vezes.

Um poeta do mar
Camões.

Melhor produção de uma aventura
O Último Lugar da Terra de Roald Amundsen.

Livro de cabeceira ou de veleiro
Uma Verdade Inconveniente de Al Gore.
A Lua Vem da Ásia de Campos de Carvalho.
 
Mais sobre Amyr Klink na internet:
www.amyrklink.com.br


 
       
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